Saude ocupacional - Medicina do Trabalho

Saude ocupacional




As ações de saúde do trabalhador têm sido constituídas nas mostras de casos que tem relações com o sistema de saúde. Esta estratégia auxilia, mas poderia estar integrada a uma vigilância maior. As ações de vigilância feitas através de médicos introduzem modificações nos ambientes de trabalho.

A criação de programas e busca de casos podem identificar agravamentos, ao se estudar o históricos dos casos, e a possibilidade de criar novas estratégias de controle de riscos.

Os problemas com maior destaque relacionados às condições de trabalho são cânceres, doenças do coração e neurológicas, desordens músculos esqueléticas, e hoje em dia, efeitos de campos eletromagnéticos e a exposição a produtos químicos. Devemos ressaltar que esses casos se não tiverem características clínicas específicas, passarão desapercebidos pelas avaliações de saúde.

Esses pontos são críticos e as empresas resistem, mas a evidência do agravo, tornam legítimas as intervenções por parte de agentes da saúde, que poderão ir em busca de soluções tecnológicas com menor potencial de danos à saúde.

O médico de saúde ocupacional deve ter em mente que deve beneficiar os trabalhadores, baseado em conceitos atuais, humanísticos e democráticos. Não deve como antigamente, ser um instrumento dos produtores colocando o objetivo deles em primeiro lugar, mas deve tomar a postura de protetor dos trabalhadores, quer sua postura coincida ou não com os objetivos das empresas.

Embora pareça que esse modo de atuar venha a aumentar a distância entre patrões e empregados, não é pois medidas de saúde eficientes melhoram a auto estima dos trabalhadores e efetivamente acabam melhorando a produção.

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